O Sindbancários convida para mais um evento da programação da Semana da Consciência Negra de 2011, com a participação do palestrante Pedro Caldas Chadarevian, doutor pela IHEAL-Université de Paris 3, Sorbonne-Nouvelle. Sua tese de doutorado foi sobre a discriminação racial no Brasil e resultou no livro “Économie Politique du Racisme au Brésil: de L’abolition de L’esclavage à L’adoption des Politiques d’action Affirmative” (Econo...mia Política do Racismo no Brasil: da abolição da escravatura à adoção de políticas de ação afirmativa), ainda sem tradução para o português.
Segundo Chadarevian, o trabalhador negro é o último a ser contratado e o primeiro a ser demitido. O economista fez um resgate histórico sobre o problema da discriminação no Brasil e no mundo. Além disso, “existe uma estrutura hierarquizada que leva em conta atributos físicos para ascensão na carreira, fazendo com que determinados postos de comando sejam uma subrepresentação de grupos sociais dominantes”.
O estudo mostra que os brancos são maioria entre os ricos e os pobres são predominantemente não-brancos. “Quando a gente olha pra base, para o que há de mais degradante na sociedade, vemos não brancos. Assim como no topo da pirâmide, há a predominância de brancos”.
Os brancos ocupam 70% das vagas das universidades, possuem remuneração duas vezes superior e estão em ocupações de maior prestígio. Pobres realizam atividades manuais, informais, são moradores de rua, sem terra e as maiores vítimas de violência. Para o economista, “a divisão racial do trabalho é o que gera subempregos aos negros em atividades que não possibilitam o acesso social”.
Blog do palestrante: http://pedrochadarevian.wordpr ess.com/
Contamos com a participação de tod@s!!!Ver mais
Segundo Chadarevian, o trabalhador negro é o último a ser contratado e o primeiro a ser demitido. O economista fez um resgate histórico sobre o problema da discriminação no Brasil e no mundo. Além disso, “existe uma estrutura hierarquizada que leva em conta atributos físicos para ascensão na carreira, fazendo com que determinados postos de comando sejam uma subrepresentação de grupos sociais dominantes”.
O estudo mostra que os brancos são maioria entre os ricos e os pobres são predominantemente não-brancos. “Quando a gente olha pra base, para o que há de mais degradante na sociedade, vemos não brancos. Assim como no topo da pirâmide, há a predominância de brancos”.
Os brancos ocupam 70% das vagas das universidades, possuem remuneração duas vezes superior e estão em ocupações de maior prestígio. Pobres realizam atividades manuais, informais, são moradores de rua, sem terra e as maiores vítimas de violência. Para o economista, “a divisão racial do trabalho é o que gera subempregos aos negros em atividades que não possibilitam o acesso social”.
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